Chegamos em Roma, vôo agradável e um pouso tranqüilo, com direito a uma maravilhosa vista dos Alpes (nosso próximo destino). O lanche a bordo perdia feio para o da GOL (e a gente ainda reclama), e para completar a gente ainda estava dormindo e pediu à aeromoça para trazer o nosso. Ao menos ela era simpática. Cortesia como a TAM, nem a AF! Ao nosso lado, um velhinho simpático (e gripado) que de vez em quando dava um espirro e compartilhava com os demais passageiros os vírus de sua gripe. Fora isso, tudo tranqüilo a bordo do A320 da AF, com um piloto trilingue (Francês/Inglês/Italiano).
Já na chegada ao aeroporto, o primeiro cartão de visita de Roma: o aeroporto não é dos mais organizados (a exemplo de toda a Roma). Basta dizer que os passageiros desembarcam pelo mesmo lugar onde os demais passageiros do aeroporto embarcam e que não tinha ninguém para orientar. Descobrimos onde estava a nossa esteira de bagagem (tão longe quanto no CDG, mas muito pior em se tratando de sinalização/informação). Recuperamos a bagagem e buscamos por informação. Uma simpática funcionária do aeroporto nos informou a respeito do táxi e falou que o hotel, apesar se ser ‘perto’ do aeroporto não dava para ir a pé. Ainda bem que acreditamos nela, pois o ‘perto’ dela era mais ou menos uns 10 minutos de carro, rodando a uns 140 km/h na Autoroute! Lolo, coitada, já chegou verde ao hotel. Depois do check-in, cama! Estávamos todos exaustos depois da manhã corrida em Paris em busca do meu terno que na verdade era modelo feminino (nós dois tivemos sérios problemas com relação a isso até aqui).
Ainda dei uma volta no quarteirão e encontrei uma pizzaria que vendia no self-service e trouxe um pouco de comida para nós e uma coca-cola. Finalizamos a noite numa cama com colchão mole demais e no dia seguinte nossas colunas já davam sinais de severas avarias. Ô saudade de casa! ;-)
sexta-feira, 11 de março de 2011
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