domingo, 6 de março de 2011

O dia do embarque

É chegada a hora de embarcar: como de costume, discutimos pela hora de chegada ao aeroporto: ela, queira chegar às 14h, e eu queria aproveitar um pouco mais meus últimos minutos em Natal (o vôo partia às 16h50min). Na fila do check-in, a primeira ‘lungada’ de Lorena com uma passageira que questionou o porquê dela (passageira) não ter prioridade no check-in e passar à frente de Loreninha pois o vôo dela iria partir às 15h50min. Ao perguntá-la qual o destino e ouvir que tratava-se de um vôo doméstico, Lorena não perdoou e respondeu com um “Desculpe, estou indo para Paris e o meu check-in deve ser feito com 2h de antecedência”. Quem pode, pode – e dessa vez ela podia!
Decolamos de Natal com destino ao Rio de Janeiro, o comandante (um dos melhores com quem já voamos – unanimidade) deu todos os detalhes possíveis quanto ao vôo: peso de decolagem e velocidade necessária na arrancada, cabeceira da pista, tempo em rota, quantidade de combustível necessária, altitude de cruzeiro, e mais um monte de informação técnica que possivelmente ninguém que não tivesse um brevê entenderia. Bem, o vôo chegou até adiantado no Rio (com tanta informação, não era pra menos). Depois nos estranharmos por um pouco depois da chegada no Rio (ela insistiu para que eu não trouxesse meu laptop mas não parava de tagarelar no Twitter – acreditem, a placa de internet 3G viajou conosco!), e de refazermos a amizade quando o painel anunciou 3 horas de atraso na partida de nosso vôo (ela confessou que ficou com medo de eu embarcar e deixá-la para trás pois eu estava com os passaportes e os bilhetes), finalmente embarcamos.
Decolagem tranqüila, e longo vôo. Tudo tranqüilo, na chega à Paris descobrimos que uma das simpáticas aeromoças que nos atendeu era Sergipana, e quase nossa vizinha em Aracaju. Pode? Eh, como Lorena diz: “Aracaju é um ovo” – e eu acrescento: “O mundo também” (não percam os próximos posts).

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