domingo, 6 de março de 2011

Descobrindo Paris

No dia seguinte, acordamos com todo o gás (às 11h, horário local – efeito da diferença de fuso horário). Ao lado do hotel, uma padaria onde Lorena encontrou o que ela mesma definiu como “alguém que me entende”: uma padaria (brasserie, em francês) onde compramos o nosso café da manhã pelos próximos dias. Ah, e lá a moça entendia Lorena mesmo (até acertou fazer o café com leite dela!).
Rumo à Paris, desbravamos a Champs Elysee de uma ponta a outra. Vimos de “entrada” o Arco do Triunfo (mais tarde, a segunda pérola – não percam!) e então o nossos pés gritaram por socorro: havíamos combinado de não levar tênis (compraríamos por lá, pois os últimos que compramos duraram mais de 5 anos!). Isso posto, saimos em busca dos tênis. Destino: Marne-La-Valee (local onde há um shopping que certamente teria o que estávamos procurando). Dito e feito: de tênis no pé (ah, que alívio!), compramos as entradas para a Disney, voltamos para o Hotel e de lá outra vez para Champs Elysee e caminhamos até a Torre Eiffel para comer a prometida batata frita com dogão (pena que não era mais enrolada com jornal como antes). “A vigilância sanitária da França deve ter passado por aqui”, advinha quem disse?
Voltamos (cansados e com o pés doendo já) a pé novamente para a Champs Elysee pelo caminho mais longo (apesar de Lolo insistir que havia um atalho e eu dizer que não daria tempo se a gente se perdesse – e no final, ela estava certa!). Chegamos ao hotel e quase não entramos (já passava da meia noite e o homem da recepção não sabia quem eram aqueles dois ‘doidos’ perdidos àquela hora da noite congelando na porta do hotel.
Cama! Ufa, o dia foi cheio mesmo. Amanhã tem mais!

Nenhum comentário:

Postar um comentário